sexta-feira, 27 de junho de 2008
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quinta-feira, 15 de maio de 2008
No caminho...
Vísceras! Estômago. Esprema-o. Retire dele todo conceito antropológico. Descreva de uma forma crítica. Você tem um limite, seguindo a temporalidade para terminar tal feito. PARE! Hoje é dia de protesto. No dia de protesto não se come, não se lê, não assiste, não se fala em mais nada além do acontecido. Mas a nossa temporalidade é linear e nada sincrônica, porque se assim fosse entregaria minhas vísceras em um próximo encontro (ou desencontro) espiritual. Enquanto isso, fico e sigo sem estômago.
segunda-feira, 12 de maio de 2008
A volta para casa
"Por que é assim né, sabe como é esse negócio de bebida não é fácil. [...] Que assim, um dia eu vi uma menina sabe, novinha, bonita, ficou meia hora no banheiro, fui lá ver, tava toda vomitada, jogada no chão, com a calcinha na metade da perna, o banheiro uma nojeira só. Mas é o tipo de menina que no estado normal não me daria mole [...]".
E a semana ta só começando...
*Conversa com um companheiro de volta para casa..
sexta-feira, 7 de março de 2008
Acampamento
Previsão do tempo para o final de semana: Trovoadas Esparsas.
Condição do tempo na sexta: Sol, sol o dia todo, quente pra chuchu.
Comida: Biscoitos, doces, chocolate, macarrão, guaraná e outras coisas mais.
Horário da saída de casa: 18h.
Horário da saída do "transporte" para o destino: 22h.
Andei algumas horas no sol na citada sexta-feira. Quando cheguei arrumei tudo que faltava para acampar no fim de semana e estava em casa aguardando meus amigos como combinamos. Íamos para uma Ilha, e era sim muito grande. Estávamos a caminho, seguindo as tão bem informadas "placas de sinalização". O nosso bom e velho amigo Murphy eis que nos brinda com um caminho desviado da nossa rota. O velocímetro já não é o mesmo de sempre [...]
Primeira buzina.
- Tem alguém no estacionamento?
- Tem sim, mas já está vindo.
- Se tem então não podemos vender, se vocês perderem a barca o dinheiro não é devolvido.
Segunda buzina. 22h04min:
- Fulana, pode fechar. A barca vai sair.
Tínhamos um pouquinho de esperança, aquela que mingua assim que cai a ficha. PÁ. Ficamos. Alguns minutos todo o local já nos era ‘familiar’. Baralho é uma boa opção. Mau-mau/UNO/CAN CAN? Copas Fora (ECO.. ECO.. ECO... sim, sim, com muitas repetições, assim como de acontecimentos anteriores, mas não menos repetidas por isso, pois continuam nas “mãos de deus”)? Rouba montinho? O último foi o "vício" do meu fim de semana, vai permanecer por alguns meses. Tá bom né!? Pois é muito bom.
- Ah, não brinca.
[...]
- Eu também senti um pingo aqui agora.
[...]
- Vamos para a praça jogar por lá.
sexta-feira, 1 de fevereiro de 2008
Pôr do Sol
Dia cheio. Final da tarde a caminhar. Que pôr do sol lindo, não há quem não admire. Mais uma vez estou atrasada, falta muito ainda. Tomara que o professor esteja tomando um cafézinho, penso eu. Futebol na direção do meu por do sol. Um dia ainda tiro uma foto aqui, penso eu. Queria poder sentar na grama e admirar, como já fiz algumas vezes. As intervenções humanas são belas, não há como negar. Barcas, ponte, prédios, relógio, teatro popular... Mas, o pôr do sol, ah...
O Sol se foi, e eu ainda estou a andar. Uma água geladinha, por favor, penso eu. Barracas expostas em um camping. O Camping do desleixo educacional, das promessas de assistência estudantil. Sim, sim, logo ali ao lado dos que comem a 70 centavos. O sol já não se encontra. Ao menos agora vejo o prédio. Última aula do dia, finalmente. Escadas, três lances me esperam. Parada no corredor para beber água. "Olá, mas tá bem quente hoje hein". "Ah, nem me fale professor, nem me fale". Bendito cafézinho, penso eu.
quinta-feira, 31 de janeiro de 2008
Minhas férias.
Férias. Ah... as férias! Quem nunca fez uma redação sobre elas? Quem nunca fez contagem regressiva? Quem nunca foi à praia em um dos dias? Quem nunca planejou coisas que faria? Quem nunca ficou entediado e de saco cheio de "não ter nada para fazer"? Quem nunca pensou em como seria quando acabassem as férias? Quem nunca pensou que teria férias e não as teve?
Chuva. Ah... a chuva! Quem nunca tomou banho de chuva? Quem nunca quis ficar em casa só porque estava chovendo? Quem nunca beijou na chuva? Quem nunca se assustou por causa de tanta chuva? Quem nunca viu acidentes em tempos de chuva? Quem nunca correu na chuva para "não se molhar tanto"? Quem nunca poupou água por causa da falta de chuva? Quem nunca teve que desligar a tv ou o computador por causa da forte chuva? Quem nunca pegou chuva por não gostar de carregar guarda-chuva?
Será que se eu tivesse que escrever algo sobre as minhas férias a uma professora que não vê muito sentido na própria atitude eu saberia ao menos começá-la? Eu poderia criar uma história, ou misturar algumas que já vivi nas férias ou simplesmente não escrever nada. Afinal, com sol ou com chuva, férias são férias. Ruim com elas, pior sem. Ou não. (?!)
quarta-feira, 23 de janeiro de 2008
Um dia qualquer.
Andar. Andarilhar. Caminhar. Passear. Locomover. Mais um dia seguindo o mesmo caminho. Rotina. Calor. Muito calor. Olhei para o termometro do outro lado da rua. 39º. Esse sinal que não abre. Como demora. Ciclistas. Idosos. Crianças. Estudantes. Todos esperam os apressados motoristas passarem. E como esse sinal demora. Olho para o relógio. 15 minutos atrasada. Alguém me cutuca no ombro. Viro. Um senhor. Estatura mediana. Cabelos emaranhados. Grisalhos. Roupa suja e gasta. Calçado idem. Uma folha de papel
- Pois não.
- Você estuda aí? (aponta para o outro lado da rua).
- Sim.
- Ah! Sabe, eu to indo aí. Entregar a minha tese. Finalmente acabei. Longos anos esses. (estende o papel em branco, enrrolado e amassado).
- Hum.. (?!?!?!)
- Me formei
- Esses estressadinhos não respeitam pedestres vê se pode! Você não é ciclista não né?! Não importa. Você faz faculdade, tem cara que respeita os outros. É aqui que você entra?
- É sim.
- Boa aula e sucesso na vida menina bonita. Tenha um bom dia.
- Bom dia para o senhor também.
sábado, 5 de janeiro de 2008
Era uma vez...
Primeiro fim de semana do ano e resolvi viajar para o Iraque com a minha namorada. Assim que chegamos decidimos andar pelo país e explorar lugares desconhecidos, e acabamos entrando numa câmara sagrada. Notei que dentro da câmara sagrada tinha a Arca da Aliança e resolvi tirar foto, quando então um segurança que estava no local viu e veio nos prender. Acharam que a minha namorada era da ONU, e por isso a livraram de se presa, porém a levaram para um líder de uma aldeia, de repente descobriram que ela não era mais. Daí então, começamos a fugir, e foi uma correria só, muita gente nos seguindo montados a cavalo, munidos de dardos olímpicos, aquele sim dos bons "gregos", iraquianos. Pegamos alguns e continuamos correndo enquanto atacávamos os cavalos com os dardos. Consegui, finalmente, matar todos os cavalos e sobraram dois dos dardos, ainda tínhamos fôlego para correr e continuamos. Eis que surge em nossa frente uma montanha, árabes montados em monstros tipo gárgulas, que começaram a nos seguir, quando estávamos próximo a parte de neve da montanha, não pensei duas vezes e lancei os dardos neles, eliminando-os. Continuamos subindo e ao chegarmos ao topo da montanha descobrimos que era um vulcão, com piscinas térmicas nas paredes, eram quentes e envoltas de neve. Eu estava vestindo apenas uma bermuda, começamos a descer e no meio do caminho eu tinha que ficar me jogando na piscina para não morrer congelado, mas alternadamente para não morrer queimado também, pois eram muito quentes as piscinas. Até que surgiu um cavaleiro medieval, com um cavalo tipo Pégaso e uma garota de aproximadamente 10 anos, com outros cavalos alados. Pararam para nos oferecer carona, porque ambos sabiam que havia na próxima montanha um portal duplo que podia nos levar para casa. Aceitamos antes que o mestre dos magos aparecesse e subimos nos cavalos alados, eu estava morrendo de ciúmes; depois de líder de aldeia, perseguição a pé, monstros, árabes, muito frio, cavalos, vulcão aparece um cavaleiro medieval com cavalo branco e dá carona para minha namorada? Ufa! Acordei.
sexta-feira, 14 de dezembro de 2007
Morte Morrida da CPMF
Quem aí se lembra do IPMF? Pois é, morto enterrado desde quando me alfabetizei e saia por aí lendo tudo que via pela frente. Decidiu-se um tempo depois juntar a bagunça e tornar-se único, eis que surge a CPMF, fácil de ser roubad.. ops cobrado.
Mesmo não parecendo, os impostos tem finalidades muito interessantes (para campanha política) e rentáveis (para ilhas fiscais), esse não se diferencia dos demais. A CPMF por sua vez, tinha intuito de custear a saúde pública, a previdência social e o Fundo de Erradicação a Pobreza, digamos que a partir de janeiro ele não foi o único rebaixado a segunda divisão (apesar da fama e "nobreza"). E que ao contrário dos choramingos da 'torcida que é blá,blá,blá,' espero que dessa vez não venha nada para substituir esse time e que não se cogite se quer na oposição da possível participação ativa na segundona.
Talvez agora, seja aprovado no senado (também) o pedido de ajuda ao Chuck Norris e CIA para que coloque ordem na "casa" colocando, sem prorrogações e firulas, o "dono" para fora de uma vez por todas.
Rafaela Tavares Fontes.