terça-feira, 8 de julho de 2008

O que fazer antes de morrer?

Bem.. eu NUNCA fiz isso antes, mas resolvi fazer. Indicação do blogueiro Jardim dos Vampiros (http://pekenoprincipee.blogspot.com/), a um meme que consiste em uma lista com "8 coisas que você gostaria de fazer antes de morrer". Bem não vou indicar ning, mas vou fazer de qq maneira..

1º - Escrever um livro
2º - Ir a Machu Picchu, Cuba, México, Rússia, China, Egito, Japão, Belarus.......
3º - Saltar de Paraquedas
4º - Ver um lobo em seu habitat natural
5º - Acampar na praia
6º - Assistir um show do Metallica "a la S&M", ou do Orphaned Land, Korpiklaani......
7º - Aprender a tocar violão decentemente
8º - Viver [...]


PS: Descobrir que pensar nessas coisas é mais difícil do que eu imaginava...

sexta-feira, 27 de junho de 2008

Blogs

Admito ter voltado ao mundo dos blogs por causa do adsense (que nem tenho mas, mas os blogs permaneceram). Criei um essa semana sobre notícias que custumo acompanhar sempre, as mais toscas e bizarras (www.notionsless.blogspot.com). E como estou prestes (assim espero) ficar de férias, terei mais tempo de bunda lelê para postar coisas a vontade, e até mesmo cabeça "vazia" p/ lembrar que tenho os respectivos blogs. Atualizo quando lembro. Escrevo quando quero. E o que der na telha. Lê quem é curioso e desocupado, o objetivo não é necessariamente esse. :)

Moedas

Nunca fui fã. Perco. Não sei o valor quando as tenho em montes. É chato ter que contar. Chegou, passo. Eis que surgi mais um porquinho para me ajudar a não me desfazer das pequenas, e ainda é bonitinho, apesar de ser amarelo.

quinta-feira, 15 de maio de 2008

No caminho...

Vísceras! Estômago. Esprema-o. Retire dele todo conceito antropológico. Descreva de uma forma crítica. Você tem um limite, seguindo a temporalidade para terminar tal feito. PARE! Hoje é dia de protesto. No dia de protesto não se come, não se lê, não assiste, não se fala em mais nada além do acontecido. Mas a nossa temporalidade é linear e nada sincrônica, porque se assim fosse entregaria minhas vísceras em um próximo encontro (ou desencontro) espiritual. Enquanto isso, fico e sigo sem estômago.

segunda-feira, 12 de maio de 2008

A volta para casa

"Por que é assim né, sabe como é esse negócio de bebida não é fácil. [...] Que assim, um dia eu vi uma menina sabe, novinha, bonita, ficou meia hora no banheiro, fui lá ver, tava toda vomitada, jogada no chão, com a calcinha na metade da perna, o banheiro uma nojeira só. Mas é o tipo de menina que no estado normal não me daria mole [...]".


E a semana ta só começando...


*Conversa com um companheiro de volta para casa..

sexta-feira, 7 de março de 2008

Acampamento

Previsão do tempo para o final de semana: Trovoadas Esparsas.
Condição do tempo na sexta: Sol, sol o dia todo, quente pra chuchu.
Comida: Biscoitos, doces, chocolate, macarrão, guaraná e outras coisas mais.
Horário da saída de casa: 18h.
Horário da saída do "transporte" para o destino: 22h.


Andei algumas horas no sol na citada sexta-feira. Quando cheguei arrumei tudo que faltava para acampar no fim de semana e estava em casa aguardando meus amigos como combinamos. Íamos para uma Ilha, e era sim muito grande. Estávamos a caminho, seguindo as tão bem informadas "placas de sinalização". O nosso bom e velho amigo Murphy eis que nos brinda com um caminho desviado da nossa rota. O velocímetro já não é o mesmo de sempre [...]


Primeira buzina.

- Tem alguém no estacionamento?
- Tem sim, mas já está vindo.
- Se tem então não podemos vender, se vocês perderem a barca o dinheiro não é devolvido.

Segunda buzina. 22h04min:

- Fulana, pode fechar. A barca vai sair.


Tínhamos um pouquinho de esperança, aquela que mingua assim que cai a ficha. PÁ. Ficamos. Alguns minutos todo o local já nos era ‘familiar’. Baralho é uma boa opção. Mau-mau/UNO/CAN CAN? Copas Fora (ECO.. ECO.. ECO... sim, sim, com muitas repetições, assim como de acontecimentos anteriores, mas não menos repetidas por isso, pois continuam nas “mãos de deus”)? Rouba montinho? O último foi o "vício" do meu fim de semana, vai permanecer por alguns meses. Tá bom né!? Pois é muito bom.

- Acho que pingou em mim.
- Ah, não brinca.
[...]
- Eu também senti um pingo aqui agora.
[...]
- Vamos para a praça jogar por lá.


Chuva. Muita chuva. Alguns adolescentes a conversar. Um homem a dormir. Pessoas no bar. A chuva a cair. Voltamos para o abrigo que nos levou até lá. Alguns cochilos no banco do carro. Ao som de algumas músicas do Metallica, observei as pessoas que estavam comigo a dormir. Decidimos que não seria a melhor opção ficarmos ali até o dia seguinte, já que o tempo não nos garantia o fim de semana que planejávamos ter. Fomos embora seguir a receita do que fora o carnaval. Comer, dormir, jogar, ver TV e isso tudo com ótimas companhias. Salvo o último dia, que apesar da nuvem preta no céu na manhã de domingo, devido a uma catástrofe aérea, era um dia lindo e ensolarado que nos rendeu algumas horas na piscina. Isso porque “a gente SEMPRE se lembra dos perrengues”.



Rafaela Tavares Fontes.

sexta-feira, 1 de fevereiro de 2008

Pôr do Sol

Dia cheio. Final da tarde a caminhar. Que pôr do sol lindo, não há quem não admire. Mais uma vez estou atrasada, falta muito ainda. Tomara que o professor esteja tomando um cafézinho, penso eu. Futebol na direção do meu por do sol. Um dia ainda tiro uma foto aqui, penso eu. Queria poder sentar na grama e admirar, como já fiz algumas vezes. As intervenções humanas são belas, não há como negar. Barcas, ponte, prédios, relógio, teatro popular... Mas, o pôr do sol, ah...

O Sol se foi, e eu ainda estou a andar. Uma água geladinha, por favor, penso eu. Barracas expostas em um camping. O Camping do desleixo educacional, das promessas de assistência estudantil. Sim, sim, logo ali ao lado dos que comem a 70 centavos. O sol já não se encontra. Ao menos agora vejo o prédio. Última aula do dia, finalmente. Escadas, três lances me esperam. Parada no corredor para beber água. "Olá, mas tá bem quente hoje hein". "Ah, nem me fale professor, nem me fale". Bendito cafézinho, penso eu.


Rafaela Tavares Fontes

quinta-feira, 31 de janeiro de 2008

Minhas férias.

Férias. Ah... as férias! Quem nunca fez uma redação sobre elas? Quem nunca fez contagem regressiva? Quem nunca foi à praia em um dos dias? Quem nunca planejou coisas que faria? Quem nunca ficou entediado e de saco cheio de "não ter nada para fazer"? Quem nunca pensou em como seria quando acabassem as férias? Quem nunca pensou que teria férias e não as teve?

Chuva. Ah... a chuva! Quem nunca tomou banho de chuva? Quem nunca quis ficar em casa só porque estava chovendo? Quem nunca beijou na chuva? Quem nunca se assustou por causa de tanta chuva? Quem nunca viu acidentes em tempos de chuva? Quem nunca correu na chuva para "não se molhar tanto"? Quem nunca poupou água por causa da falta de chuva? Quem nunca teve que desligar a tv ou o computador por causa da forte chuva? Quem nunca pegou chuva por não gostar de carregar guarda-chuva?

Será que se eu tivesse que escrever algo sobre as minhas férias a uma professora que não vê muito sentido na própria atitude eu saberia ao menos começá-la? Eu poderia criar uma história, ou misturar algumas que já vivi nas férias ou simplesmente não escrever nada. Afinal, com sol ou com chuva, férias são férias. Ruim com elas, pior sem. Ou não. (?!)


Rafaela Tavares Fontes

quarta-feira, 23 de janeiro de 2008

Um dia qualquer.

Andar. Andarilhar. Caminhar. Passear. Locomover. Mais um dia seguindo o mesmo caminho. Rotina. Calor. Muito calor. Olhei para o termometro do outro lado da rua. 39º. Esse sinal que não abre. Como demora. Ciclistas. Idosos. Crianças. Estudantes. Todos esperam os apressados motoristas passarem. E como esse sinal demora. Olho para o relógio. 15 minutos atrasada. Alguém me cutuca no ombro. Viro. Um senhor. Estatura mediana. Cabelos emaranhados. Grisalhos. Roupa suja e gasta. Calçado idem. Uma folha de papel em branco. Enrrolada e amassada na mão.


- Pois não.

- Você estuda aí? (aponta para o outro lado da rua).

- Sim.

- Ah! Sabe, eu to indo aí. Entregar a minha tese. Finalmente acabei. Longos anos esses. (estende o papel em branco, enrrolado e amassado).

- Hum.. (?!?!?!)

- Me formei em filosofia. Lá na época da ditadura. Mas cursei na PUC. Perto da minha casa. Não quis fazer na UFRJ porque filosofia é lá no centro. Depois mestrado, e agora finalmente, como era o sonho da minha mãe, doutorado. Vim aqui para entregar ao meu orientador. Ele trabalha aqui.

Sinal abriu. Passos largos. Contagem regressiva. Faltam alguns segundos. Fecha rápido. Ciclistas apressados. Senhor a reclamar.


- Esses estressadinhos não respeitam pedestres vê se pode! Você não é ciclista não né?! Não importa. Você faz faculdade, tem cara que respeita os outros. É aqui que você entra?

- É sim.

- Boa aula e sucesso na vida menina bonita. Tenha um bom dia.

- Bom dia para o senhor também.


Rafaela Tavares Fontes


sábado, 5 de janeiro de 2008

Era uma vez...

Primeiro fim de semana do ano e resolvi viajar para o Iraque com a minha namorada. Assim que chegamos decidimos andar pelo país e explorar lugares desconhecidos, e acabamos entrando numa câmara sagrada. Notei que dentro da câmara sagrada tinha a Arca da Aliança e resolvi tirar foto, quando então um segurança que estava no local viu e veio nos prender. Acharam que a minha namorada era da ONU, e por isso a livraram de se presa, porém a levaram para um líder de uma aldeia, de repente descobriram que ela não era mais. Daí então, começamos a fugir, e foi uma correria só, muita gente nos seguindo montados a cavalo, munidos de dardos olímpicos, aquele sim dos bons "gregos", iraquianos. Pegamos alguns e continuamos correndo enquanto atacávamos os cavalos com os dardos. Consegui, finalmente, matar todos os cavalos e sobraram dois dos dardos, ainda tínhamos fôlego para correr e continuamos. Eis que surge em nossa frente uma montanha, árabes montados em monstros tipo gárgulas, que começaram a nos seguir, quando estávamos próximo a parte de neve da montanha, não pensei duas vezes e lancei os dardos neles, eliminando-os. Continuamos subindo e ao chegarmos ao topo da montanha descobrimos que era um vulcão, com piscinas térmicas nas paredes, eram quentes e envoltas de neve. Eu estava vestindo apenas uma bermuda, começamos a descer e no meio do caminho eu tinha que ficar me jogando na piscina para não morrer congelado, mas alternadamente para não morrer queimado também, pois eram muito quentes as piscinas. Até que surgiu um cavaleiro medieval, com um cavalo tipo Pégaso e uma garota de aproximadamente 10 anos, com outros cavalos alados. Pararam para nos oferecer carona, porque ambos sabiam que havia na próxima montanha um portal duplo que podia nos levar para casa. Aceitamos antes que o mestre dos magos aparecesse e subimos nos cavalos alados, eu estava morrendo de ciúmes; depois de líder de aldeia, perseguição a pé, monstros, árabes, muito frio, cavalos, vulcão aparece um cavaleiro medieval com cavalo branco e dá carona para minha namorada? Ufa! Acordei.



Rafaela Tavares Fontes.